sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Romance baseado em conto dos Irmãos Grimm é relançado pela Tupynanquim



Com direito a belíssima capa de Klévisson Viana, o romance AS TRÊS FOLHAS DA SERPENTE (Marco Haurélio), baseado num conto popular 'dos' Irmãos Grimm, foi relançado pela editora Tupynanquim, de Fortaleza. O conto alemão Die drei Schlangenblätter aparece apenas em duas traduções brasileiras: As três serpentes brancas, presente em Novos contos (Trad. Eugênio Amado. Belo Horizonte: Itatiaia, 2006); e As três folhas da serpente, que integra  a antologia Contos e lendas dos Irmãos Grimm (Trad. Íside M. Bonini. São Paulo: Edigraf, 1961, 8 volumes).

A minha versão em cordel passou por alterações, sem, contudo, interferir no arcabouço mito-poético. Uma delas é a ambientação da história na Irlanda, país onde a cultura celta foi melhor preservada.

O belo conto em que se baseia este romance conserva, em sua essência, a informação de um antigo rito fúnebre que aparece também na quarta viagem de Simbad, o marujo: a obrigatoriedade de, morrendo um dos cônjuges, o vivo ser sepultado ao lado do morto. A serpente, em sua ambivalência, aparece aqui como emblema da imortalidade. Ambientada na Irlanda, a versão em cordel traz algumas sutis modificações, sem alteração do motivo principal, encontrável até na mitologia grega. 



Trecho do romance:

AS TRÊS FOLHAS DA SERPENTE

Eu vou narrar uma história
De inigualável beleza
Sobre um valente soldado
Movido pela nobreza,
Mas que enfrentou neste mundo
A traição e a vileza.

Num casebre miserável
De todo o mundo isolado
Vivia um pobre viúvo,
Pela miséria assolado
E só não era mais triste
Por ter um filho ao seu lado.

Este moço recebeu,
Na pia, o nome de João;
O pai se regozijava
Com sua dedicação,
Só lamentava não dar-lhe
Uma cômoda posição.

Porém, devido à pobreza,
O viúvo adoeceu,
Mesmo João o acompanhando,
A moléstia não cedeu
A alma deixou o corpo,
Deus na glória o recebeu.

João sepultou o seu pai
Perto duma penedia,
Armou-se da velha espada,
Que de herança recebia,
E saiu, sem ter destino,
Na tarde do mesmo dia.

Andou por terras estranhas,
Aprendeu vários ofícios,
Venceu as dificuldades,
À custa de sacrifícios,
Mas nunca se consumiu
Na labareda dos vícios.


Já com vinte e cinco anos,
Era um rapagão decente,
Sua figura chamava
Atenção de toda a gente,
Pois, além do belo porte,
Era por demais valente.

Então, o rei da Irlanda
Empregou-o como soldado —
De todos do batalhão
Ele era o mais destacado;
Só não subia de posto
Por não ser dissimulado.

Porém aquela nação
Achou-se em cruenta guerra,
Assim, João foi convocado
Para a defesa da terra
Contra o poderoso exército
Da impiedosa Inglaterra.

Viam navios ingleses
Em todo canto atracados,
E, do seu interior,
Saírem muitos soldados,
Ferozes e sanguinários,
Até os dentes armados.

Do lado dos irlandeses
Boa parte então debanda,
O sangue dos que resistem
Tinge de rubro a Irlanda,
E os ingleses avançando
Com uma fúria nefanda.

O comandante das tropas
Bradou: — Guerreiros, avante!
Mas uma flecha assassina
Atingiu-o num instante,
Deixando as tropas da Irlanda
Privadas do comandante.

Os soldados irlandeses
Fugiam apavorados;
João postou-se em sua frente,
Gritando: — Bravos soldados,
Por que vós estais fugindo
Como coelhos assustados?

Julgais que os brutos ingleses
Seguirão corretas trilhas?
Pois cairão feito cães
Em incontáveis matilhas,
Desonrando nossa Pátria,
Nossas mulheres e filhas!

Dizendo aquilo, avançou
Na direção do inimigo,
Sob uma chuva de flechas,
No mais tremendo perigo,
Chamando os ingleses para
Bater em armas consigo.

Nenhuma flecha o atingiu,
Pois o Céu o protegia,
Cada golpe desferido,
Um inimigo caía,
Outros fugiam com medo,
Vendo tanta valentia.

Quando os seus compatriotas,
Viram a bravura de João,
Enfrentando os inimigos,
Com a fúria de um leão,
Gritaram: — Enquanto vivermos,
Ninguém toma o nosso chão!

E retomaram a batalha,
Com uma ira incontida;
Os ingleses recuaram,
Temendo perder a vida —
Assim, João venceu a guerra,
Que já se achava perdida.

(...)

Para conhecer este texto na íntegra, entre em contato com a Editora Tupynanquim, de Fortaleza:
Telefone: (85) 3217 2891

Atualização: As três folhas da serpente integra a Antologia do Cordel Brasileiro, composta por 15 obras de autores de épocas diversas, lançada pela Global Editora. 


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Clássico shakespeareano em cordel



A Editora Nova Alexandria lança A megera domada, clássico de Shakespeare, em bela adaptação para o cordel


A megera domada, comédia escrita por William Shakespeare, ganha pelas mãos do poeta popular baiano Marco Haurélio uma bela versão em cordel. Escrita em sextilhas, a obra faz parte da Coleção Clássicos em Cordel, uma proposta inovadora que reúne pela primeira vez consagrados poetas populares em adaptações de obras-primas da literatura universal.

Em A megera domada o poeta mistura vivências da Bahia, onde nasceu, com a Itália renascentista, cenário da história.

Esta comédia nasceu
Do gênio de um inglês.
Há muito tempo eu a li
E agora chegou a vez
De recontá-la em versos
E oferecê-la a vocês.

Mais um grande título da Coleção Clássicos em Cordel – que conta com obras como e Memórias póstumas de Brás Cubas, de Varneci Nascimento e Os miseráveis, de Klévisson Viana, grandes valores da literatura popular brasileira. Este clássico conta com apresentação de Assis Angelo e ilustrações de Klévisson Viana.


Marcus Haurélio Fernandes Farias (Marco Haurélio) nasceu em Ponta da Serra, município
de Riacho de Santana, sertão da Bahia, no dia 5 de julho de 1974. Desde muito cedo entrou em contato com a literatura de cordel, escrevendo a primeira estória com apenas seis anos de idade. Hoje, Marco Haurélio é uma das grandes referências
nacionais da literatura popular, como poeta e estudioso. Ministra palestras e realiza oficinas sobre cordel e cultura popular. Em cordel, escreveu e editou: A história de Belisfronte - o filho do pescador, O romance do príncipe do Reino do Limo Verde, Nordeste - Terra de bravos, História da moura torta, Presepadas de
Chicó e astúcias de João Grilo
, entre outros.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Homenagem a um grande poeta



Segue, abaixo, a homenagem que fiz ao grande poeta popular paraibano Manoel D'Almeida Filho, uma das minhas grandes referências no cordel, ao lado de Delarme Monteiro, Leandro Gomes de Barros, Minelvino Francisco Silva, Severino Borges, entre outros.

Na arte do cordelismo
Bem poucos tiveram o brilho
Do mestre paraibano
Manoel D’Almeida Filho,
Do qual, orgulhosamente,
Procuro seguir o trilho.

E sempre me maravilho
Com as belas narrações
Rufino, o Rei do Barulho,
Vicente, o Rei dos Ladrões,
Os Três Conselhos da Sorte,
Com suas belas lições.

Encantando multidões
Os Cabras de Lampião,
A melhor biografia
Do grande rei do sertão,
Mais de seiscentas sextilhas
Com a marca da isenção.

A Sorte do Amor, então,
É um clássico verdadeiro,
Bem como o são O Feitiço
Por Cima do Feiticeiro
E a linda biografia
DO Santo do Juazeiro.

Da Editora Luzeiro
Era o selecionador
E, neste trabalho, Almeida
Foi grande divulgador,
Elevando o bom cordel
A um nível consagrador.

Descansa em paz, Trovador,
Além do mundo terreno,
Que eu, neste plano ilusório,
Afirmo, de modo ameno:
Diante da tua sombra
Ainda sou tão pequeno.


Marco Haurélio, poeta popular baiano, tem vários títulos editados pela tradicional Editora Luzeiro, de São Paulo.

Conheça o Fotolog do autor: Marco Haurélio

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O HERÓI DA MONTANHA NEGRA será relançado em breve


O romance O HERÓI DA MONTANHA NEGRA será relançado em breve pela Luzeiro, com belíssima capa de Klévisson Viana. Escrito em 1987, foi o primeiro título de minha maturidade literária. A inspiração vem da mitologia grega e do gibi A ESPADA SELVAGEM DE CONAN. Assisti, em 1984, no Supercine da Globo, ao filme FÚRIA DE TITÃS, que trazia Lawrence Olivier no papel de Zeus, e Ray Harryhausen, o grande nome da técnica conhecida como STOP-MOTION, com bonecos de massa de modelar em animação quadro a quadro. A partir desse filme, que conta de forma um tanto livre o mito de PERSEU E ANDRÔMEDA, escrevi um folheto de cordel em que o herói era chamado PERCÍLIO. Esse foi o protótipo do HERÓI DA MONTANHA NEGRA. Eu tinha 10 anos, e a obra descambava para o maniqueísmo. Quando escrevi O HERÓI DA MONTANHA NEGRA, havia acabado de ler, de uma tacada só A ILÍADA e A ODISSEIA, atribuídas a Homero.

Quando ingressei no Banco do Brasil, como menor aprendiz, em 1988, conheci um filho do poeta Minelvino Francisco Silva, que, depois de ler o trabalho, aconselhou-me a enviá-lo para a Luzeiro, por onde seu pai publicara vários títulos. Enviei, e uns vinte dias depois recebi-o de volta, acompanhado de uma carta de Arlindo Pinto de Souza, desculpando-se de não poder editá-lo, por estar com muitos títulos à frente, já adquiridos.

Em 2004, quando então conheci Gregório Nicoló, falei sobre o trabalho e ele, de imediato, quis publicá-lo. Em 2005, ingressei no editorial da Luzeiro, período em que foi retomada toda a produção de cordel da editora, praticamente parada, e vivendo só de reedições, há quase uma década.

No início de 2007, O HERÓI foi publicado,  e eu pude pagar uma dívida de 20 anos comigo mesmo. Esta edição que sai agora, com capa de Klévisson e texto revisto, liquida de vez a fatura.

É essa a história.

Clique em COMPRAR  para adquirir esta obra.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Raul Seixas, Zé Ramalho: um encontro em cordel


O cantor e compositor baiano Raul Seixas (1945-1989) não era indiferente à literatura de cordel. Aliás, a estrutura do cordel pontua boa parte de sua obra. Exemplos não faltam. A música Os Números, de 1976, feita em parceria com Paulo Coelho, traz sextilhas como esta:

“Meus amigos,esta noite
Tive uma alucinação
Sonhei com bando de número
Invadindo meu sertão
Vi tanta coincidência
Que eu fiz esta canção.”

Um ano depois, com novo parceiro, Cláudio Roberto, Raul apresentou Que Luz é Essa?, que mantém a estrutura do verso setissílabo, no compasso da poesia popular. Eis a resposta à pergunta do título:

“É a chave que abre a porta
Lá no quarto do segredo
Vem provar que nunca é tarde
Vem mostrar que é sempre cedo

E que pra todo pecado
Sempre existe um perdão
Não tem certo nem errado
Todo mundo tem razão
E o que o ponto de vista
É que é o ponto da questão”.

Vale lembrar que o “quarto do segredo” é um motivo recorrente dos contos populares, que inspiraram muitas estórias do Cordel. Muitos livros foram escritos sobre Raulzito, mas com exceção de Raul Seixas: Dez Mil Anos à Frente, de minha autoria, nenhum conseguiu enxergar a influência da literatura de cordel na obra do cantor e compositor baiano. É o mesmo que falar do paraibano Zé Ramalho e omitir a presença dos cantadores nordestinos no alicerce de sua obra.

Os poetas populares, mais familiarizados com o assunto, vão logo ao cerne da questão. É o caso do cearense Arievaldo Viana, que imaginou um Encontro de Raul Seixas com Zé Ramalho na Cidade de Thor. É a mesma cidade visitada por Raul Seixas no distante ano de 1974. O Encontro mágico dá ensejo a uma peleja, em que predomina o martelo agalopado:

“Raul: - Eu botei uma pitada nordestina
Fiz meu rock em forma de cordel
Pois também admiro o menestrel
Como o papa ama a capela sistina
Botei Jackson do Pandeiro e concertina
Fiz xaxado, fiz rock, fiz baião
Mas não tenho nada a ver com a evolução
Da tal Música Populista Brasileira
Certo dia, bateu-me uma canseira
E viajei, para sempre, na ilusão...”

A resposta do bardo paraibano remete ao hino Canção Agalopada, nascido nas páginas do folheto de Cordel Apocalipse:

“- Companheiro, já é tarde, eu preciso
Para o mundo dos homens retornar
Os meus filhos me esperam no meu lar
E os fãs querem ouvir meu improviso
Um relato completo e conciso
Desse encontro importante que tivemos
Se na fonte da verdade nós bebemos
É preciso espalhar nesse momento
A beleza de tal conhecimento
Nestes versos que agora escrevemos.”

Cearense como Arievaldo, Costa Senna chegou a São Paulo em 1990. Os versos de Raul Seixas entre Deus e o Diabo são bem conhecidos pelos “raulseixistas”, espalhados que foram pelo poeta por lugares os mais inacreditáveis:

“No dia 21 de agosto
Vi o jornal sobre a mesa
Logo na primeira página
Estava a triste surpresa
Da morte eu tenho queixas
Ela levou Raul Seixas
Nosso maluco beleza”.

Outro ilustre bardo da terra de Iracema, Antônio Carlos da Silva, o Rouxinol do Rinaré, enriquece a bibliografia em cordel do anárquico roqueiro baiano com títulos como: Raul Seixas, um Cowboy Fora da Lei; Raul Seixas e Paulo Coelho Buscando Sonho e Magia e O Encontro de John Lennon com Raul Seixas no Céu. O último parece fazer parte de um ciclo dentro do ciclo de cordéis sobre Raul, que explora as supostas peripécias post-mortem do carpinteiro do universo, nunca dissociadas do seu legado lítero-musical:

“ Na terra a coisa tá preta
Por lá os homens piraram
Loucos de cega ambição
Os políticos se tornaram
Vilões, carrascos e vítimas
Do sistema que criaram”.

Do mesmo modo que Arievaldo, Senna e Rouxinol, também viajei pelas sendas do Novo Aeon, vez por outra parando pra descansar na Vila do Sossego.

O meu folheto Galopando o Cavalo Pensamento foi classificado por Arievaldo como “galope soberano”, tomando de empréstimo um termo cunhado por Mestre Zé Ramalho. Tirem suas conclusões:

“Das trombetas ecoa um novo som,
O tinido das armas me atordoa,
O rufar de tambores longe soa,
Destruindo o último Panteon.
Será esse sinal o Armagedon?
Ou apenas mais um renascimento
De um ciclo que traz o advento
Duma aurora de brilho sem igual,
Sem início, sem meio e sem final,
GALOPANDO O CAVALO PENSAMENTO.

Finalizando esta pequena antologia, e prometendo voltar a falar do tema, deixo esta setilha, que fecha o poema O Anel do Nibelungo:

“Agora podes deixar-me
Segue teu caminho em paz.
Não te abatas novamente
E não te esqueças jamais
Do quanto eu sou fecundo
Não tem nada neste mundo
Que eu não saiba demais”.




terça-feira, 30 de dezembro de 2008

João Gomes inaugura Cordelteca em Guaranésia - MG




O Grupo Máscaras, de Guaranésia - MG, inaugurou no dia 21 de dezembro de 2008 a sua Cordelteca (Biblioteca de Cordel) no Espaço Máscaras Cultural! A Cordelteca conta com folhetos de vários cordelistas do Brasil, exposição de xilogravuras e estará aberta a visitação de toda a população de Guaranésia, região e principalmente de nossos estudantes, visto o Cordel ser hoje uma cultura nacional! A inauguração teve a ilustre presença do cordelista JOÃO GOMES DE SÁ, autor de "O Canto Guerreiro" (adaptado pelo grupo Máscaras para o Teatro), "Ressurreição do Boi", e o cordel "O Corcunda de Notre Dame em cordel" (selecionado para o PNBE 2009), entre outros. A Cordelteca estará em pleno funcionamento a partir de janeiro de 2009 das 13:00 às 18:00 h. de segunda a sexta feira!
Aguardamos sua visita!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz Natal!!!


Felicito meus amigos

Em mais uma caminhada,

Mais uma esquina dobrada,

Apesar dos desabrigos,

Dos incessantes perigos,

E do orgulho desumano.

No crepúsculo deste ano

O que eu mais desejaria?

Tenha um natal de alegria

Sem pinheiro americano.

.

Que os seus mais sinceros sonhos

Sejam todos atendidos

Que brotem jardins floridos

De lábios sempre risonhos.

Que os pesadelos medonhos

E o egoísmo humano,

Com o cetro do tirano

Não tenham mais serventia.

Tenha um natal de alegria

Sem pinheiro americano.

.

Que em vez de Papai Noel,

Símbolo do consumismo,

O real Cristianismo

Possa cumprir seu papel.

Que a pena do menestrel

Seja um poderoso arcano,

Onde reina soberano

Jesus, filho de Maria

Tenha um natal de alegria

Sem pinheiro americano.


MARCO HAURÉLIO

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Literatura de Cordel em São Paulo: Catálogo Luzeiro



Abaixo, o Catálogo de Cordel da Editora Luzeiro, pela qual tenho vários títulos editados.

Pedidos:
Editora Luzeiro Ltda
R. Dr. Nogueira Martins, 538
CEP.: 04143-020 Saúde
São Paulo – SP

Fones: (011) 5585-1800 e (011) 5589-4342
E-mail: vendas@eeditoraluzeiro.com.br

LITERATURA DE CORDEL

ABC dos Namorados, do Amor, do Beijo, da Dança (Rodolfo Coelho Cavalcante)
A Batalha de Oliveiros com Ferrabrás (Leandro Gomes de Barros)
A Briga de Dois Matutos por Causa de um Jumento (Eneias Tavares dos Santos)
A Chegada de Lampião no Céu (Rodolfo Coelho Cavalcante)
A Chegada de Lampião no Inferno (Jsé Pacheco da Rocha)
A Chegada de Lampião no Purgatório (Luiz Gonzaga de Lima)
A Confissão de Antônio Silvino (Leandro Gomes de Barros)
A Coragem de Juquinha pelo Amor de Ivonete (Pedro Armando dos Santos)
A Coragem de um Vaqueiro em Defesa do Amor
A Duquesa de Sodoma (Delarme Monteiro Silva)
A Escrava do Destino (Manoel Pereira Sobrinho)
A Fera de Petrolina (João José da Silva)
A Filha da Louca do Jardim (Caetano Cosme da Silva)
A Filha de um Pirata entre a Espada e a Sorte (Cícero Vieira da Silva)
A Força do Amor, a Morte de Alonso e a Vingança de Marina (Leandro Gomes de Barros)
A História de Belisfronte, o Filho do Pescador (Marco Haurélio)
A Intriga do Cachorro com o Gato (José Pacheco da Rocha)
A Lagoa Misteriosa e o Cavalo Encantado (Eneias Tavares dos Santos)
A Louca do Jardim (Caetano Cosme da Silva)
A Luta de Zé do Caixão com o Diabo (Manoel D’Almeida Filho)
A Moça que se Casou 14 Vezes e Continuou Donzela (Apolônio Alves dos Santos)
A Morte de Leandro. Saudades (Apolônio Alves dos Santos)
A Morte, o Testamento e o Enterro de João Grilo (Eneias Tavares dos Santos)
A Mulher que Enganou o Diabo (Manoel D’Almeida Filho)
A Mulher que se Casou 18 vezes (Valeriano Félix dos Santos)
A Mulher Roubada (Leandro Gomes de Barros)
A Noiva do Diabo (Manoel D’Almeida Filho)
A Princesa Anabela e a Filha do Lenhador (Severino Borges Silva)
A Princesa Rosinha na Cova dos Ladrões (Manoel D’Almeida Filho)
A Promessa da Vingança (Manoel D’Almeida Filho)
A Recompensa do Diabo ou O Castigo da Falsidade (Eneias Tavares dos Santos)
A Segunda Vida de Cancão de Fogo (Minelvino Francisco Silva)
A Sorte do Amor (Manoel D’Almeida Filho)
A Traição de Dalila e a Força de Sansão (Manoel D’Almeida Filho)
A Triste Sorte de Jovelina (Sátiro Xavier Brandão)
A Vaca Misteriosa (Minelvino Francisco Silva)
A Verdadeira História de Chico Xavier (Eneias Tavares dos Santos)
A Vida de um Nordestino em São Paulo (Gerino Batista)
A Vingança de um Inocente (João Firmino Cabral)
A Vingança de uma Fada e um Anão Misterioso (Eneias Tavares dos Santos)
A Vitória de Floriano e a Negra Feiticeira (Manoel D’Almeida Filho)
A Vitória do Príncipe Roldão no Reino do Pensamento (Severino Gonçalves de Oliveira)
A Volta de Lampião ao Inferno ((Manoel D’Almeida Filho)
Amor de Mãe (Severino Borges Silva)
Amor e Martírio de uma Escrava (João Firmino Cabral)
Amor em Face do Destino (Manoel D’Almeida Filho)
Amor entre a Verdade e o Punhal (Eneias Tavares dos Santos)
Amor que venceu a morte (Manoel D’Almeida Filho)

Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos (Minelvino Francisco Silva)

Antônio Silvino – Vida, Crimes e Julgamento (Francisco das Chagas Batista)
As Astúcias de Camões (Arlindo Pinto de Souza)
As Aventuras de João Desmantelado (João Lucas Evangelista)
As Perguntas do Rei e as Respostas de Camões/ As Palhaçadas de Pedro Malazarte (Severino Gonçalves de Oliveira / Francisco Sales Arêda)
Aventuras de Simbá, o Marujo (Cícero Pedro de Assis)
Bernardo e Dona Genevra (José Galdino da Silva Duda)
Briga de São Pedro com Jesus por Causa do Inverno (Manoel D’Almeida Filho)
Carta de Satanás a Roberto Carlos (Eneias Tavares dos Santos)
Chicuca, o Professor dos Ladrões (José Francisco dos Santos)
Cidrão e Helena/ João Besta e a Jia da Lagoa (Severino Gonçalves de Oliveira/ Francisco Sales de Arêda)
Coco Verde e Melancia (José Camelo de Melo Resende)
Como Ser Feliz no Casamento (Manoel D’Almeida Filho)
Daniel e Seus Amigos Disputando uma Princesa (Manoel D’Almeida Filho)
Dimas e Madalena nos Labirintos da Sorte (Manoel Pereira Sobrinho)
Disputa de Bocage com um Padre ((Manoel D’Almeida Filho)
Encontro de Lampião com Adão no Paraíso (Manoel D’Almeida Filho)
Encontro de Cancão de Fogo com Pedro Malazarte (Minelvino Francisco Silva)
Encontro do Pres. Tancredo com o Pres. Getúlio Vargas no céu (Manoel D’Almeida Filho)
Enfrentando a Morte (Manoel D’Almeida Filho)
Festa da Bicharada (Arlindo Pinto de Souza)
Florentino e Mariquinha no Tribunal do Destino (Marco Haurélio)
Grinaura e Sebastião (José Pacheco da Rocha)

Helena, a Virgem dos Sonhos (Manoel Pereira Sobrinho)
História da Donzela Teodora (Leandro Gomes de Barros)
História da Índia Neci (Leandro Gomes de Barros)
História da Princesa da Pedra Fina
História da Princesa Rosamunda ou a Morte do Gigante (José Pacheco da Rocha)
História de Geraldo e Silvina (José Alves Pontes)
História de João da Cruz (Leandro Gomes de Barros)
História de Mariquinha e José de Souza Leão
História de Roberto do Diabo (Leandro Gomes de Barros)
História de Três Cavalos Encantados e os Três Irmãos Camponeses
História de Valdemar e Irene (Antônio Eugênio da Silva)
História de Vicente e Josina (José Pacheco da Rocha)
História de Zezinho e Mariquinha (Silvino Pirauá de Lima)
História do Bicho de Sete Cabeças (Minelvino Francisco Silva)
História do Boi Leitão (Francisco Firmino de Paula)
História do Boi Misterioso (Leandro Gomes de Barros)
História do Bom Pai e Mau Filho (José Camelo de Melo Resende)
História do Gigante Quebra-Osso e o Castelo Mal-Assombrado (Minelvino Francisco Silva)
História do Menino dos Bodinhos e a Princesa Interesseira/História de Josina, a Menina Perdida (Joaquim Luiz Sobrinho/ José Soares)
História do Príncipe Formoso (Rodolfo Coelho Cavalcante)
História do Valentão do Mundo (Severino Milanês da Silva)
História do Valente João Acaba- Mundo e a Serpente Negra (Minelvino Francisco Silva)
História do Valente Sertanejo Zé Garcia (João Melquíades Ferreira)
História do Valente Vilela (João Martins de Athayde)
História do Vaqueiro Damião (Minelvino Francisco Silva)
História, Vida e Morte Luiz Gonzaga – Os Maiores Sucessos (João Firmino Cabral)
Horácio e Enedina Entre o Amor e o Orgulho (Manoel Apolinário Pereira)
Já Bebi, Não Bebo Mais! Bebo Até Lascar o Cano! (José Pacheco da Rocha)
Jerônimo, o Grande Herói do Sertão (Caetano Cosme da Silva)
Jesus Cristo e o Mestre dos Mestres (Manoel D’Almeida Filho)
Jesus e o Homem do Surrão Misterioso (Manoel D’Almeida Filho)
Joana D’Arc a Heroína da França (Delarme Monteiro Silva)
João Soldado, o Valente Praça que Meteu o Diabo num Saco (Antônio Teodoro dos Santos)
João Terrível e o Dragão Vermelho (Antônio Alves da Silva)
João Valente e a Montanha Maldita (Minelvino Francisco Silva)
Josafá e Marieta (Manoel D’Almeida Filho)
Juvenal e o Dragão (Leandro Gomes de Barros)
Lágrimas de Amor (Caetano Cosme da Silva)
Lampião e Maria Bonita no Paraíso (Manoel D’Almeida Filho)
Lampião e seu Escudo Invisível (Costa Senna)
Lampião e sua História Contada Toda em Cordel (Antônio Américo de Medeiros)
Lampião, o Rei do Cangaço (Antônio Teodoro dos Santos)
Manassés e Marili entre a Luta e o Amor (Manoel Cândido da Silva)
Maria Bonita, a Mulher-Cangaço (Antônio Teodoro dos Santos)
Martim Tomba Serra e o Gigante do Deserto (Minelvino Francisco Silva)
Nequinho e Jandira (Manoel D’Almeida Filho)
Novas Proezas de Bocage (Manoel D’Almeida Filho)
O Bandido da Luz Vermelha (Zé do Norte)
O Cachorro dos Mortos (Leandro Gomes de Barros)
O Cangaceiro Isaías (Eneias Tavares dos Santos)
O Cangaceiro do Nordeste (Minelvino Francisco Silva)
O Capitão do Navio (Silvino Pirauá de Lima)
O Cavaleiro das Flores (Severino Borges Silva)
O Comprador de Barulho (Manoel D’Almeida Filho)
O Contador de Mentira (Hélio Cavenaghi)
O Coronel Avarento (Josué Gonçalves de Araújo)
O Cordel: Sua História, Seus Valores (Marco Haurélio e João Gomes de Sá)
O Encontro de Cancão de Fogo com Vicente o Rei dos Ladrões (Gerino Batista)
O Encontro de Lampião com Dioguinho (Antônio Teodoro dos Santos)
O Encontro de Lampião com Padre Cícero no Céu (Varneci Nascimento)
O Encontro de Lampião com Saturnino no Inferno (Luiz Gonzaga de Lima)
O Enjeitado de Orion (Delarme Monteiro Silva)
O Encontro de Rui Barbosa com Castro Alves (Antônio Teodoro dos Santos)
O Escravo Fiel (Natanael de Lima)
O Exemplo do Menino que Falou no Ventre da Mãe (Hélio Cavenaghi)
O Ferreiro das Três Idades (Natanael de Lima)
O Filho de Evangelista do Pavão Misterioso (Manoel Apolinário Pereira)
O Filho de Juvenal e a Serpente de Fogo (Expedito Ferreira da Silva)
O Filho do Herói João de Calais (Caetano Cosme da Silva)
O Grande Combate de Neve Branca com João Cabeleira (Manoel D’Almeida Filho)
O Grande Debate de Camões com um Sábio (Arlindo Pinto de Souza)
O Grande Debate de Lampião com São Pedro (José Pacheco da Rocha)
O Herói da Montanha Negra (Marco Haurélio)
O Herói João Canguçu (Apolônio Alves dos Santos)
O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna (Francisco Sales de Arêda)
O Jogador na Igreja (Antônio Teodoro dos Santos)
O Lobisomem Encantado (Manoel D’Almeida Filho)
O Massacre de Canudos (Varneci Nascimento)
O Menino das Abelhas e a Formiga Encantada (João Lucas Evangelista)
O Mistério da pele da Novilha (Josué Araújo)
O Mistério dos Três Anéis (Delarme Monteiro Silva)
O Monstro sem Alma (João Firmino Cabral)
O Mofino que virou Valente (Manoel D’Almeida Filho)
O Negrão do Paraná e o Seringueiro do Norte (Francisco Sales de Arêda)
O Negrinho do Pastoreio (Paulo Nunes Batista)
O Neto de José de Souza Leão (Antônio Teodoro dos Santos)
O Pai que forçou a Filha na Sexta-Feira da Paixão (João Severiano de Lima)

O Pavão Misterioso (José Camelo de Melo Resende)
O Pistoleiro Invencível (Natanael de Lima)
O Prêmio da Consciência (Eneias Tavares dos Santos)
O Príncipe Enterrado Vivo e a rainha Justiceira (Natanael de Lima)
O Príncipe João-sem-Medo e a Princesa da Ilha dos Diamantes (Francisco Sales de Arêda)
O Príncipe Natan e o Cavalo Mandingueiro (Arievaldo Viana)
O Prisioneiro no Castelo da Rocha Negra (João Martins de Athayde)
O Quengo de Pedro Malazarte no Fazendeiro (João Damasceno Nobre)
O Romance da Princesa do Reino do Mar sem Fim (Severino Borges Silva)
O Romance de João sem Direção (Natanael de Lima)
O Sertanejo Antônio Cobra Choca (José Faustino Vila Nova)
O Sino da Torre Negra (Delarme Monteiro Silva)
O Touro Preto que Engoliu o Fazendeiro (Minelvino Francisco Silva)
O Vaqueiro do Barulho (Manoel D’Almeida Filho)
O Verdadeiro Romance do Herói João de Calais (Severino Borges Silva)
Os Amigos do Barulho e o Bandido Carne Frita (Manoel D’Almeida Filho)

Os Cabras de Lampião (Manoel D’Almeida Filho)
Os Conselhos do Destino (Manoel D’Almeida Filho)
Os Dois Amigos Leais (Manoel D’Almeida Filho)
Os Heróis do Destino e o Monstro da Mata Escura (João Firmino Cabral)
Os Martírios de Genoveva (José Galdino da Silva Duda)
Os Martírios de uma Mãe ou as Desventuras de um Filho Ingrato (Rouxinol do Rinaré)
Os Mistérios da Princesa dos Sete Palácios de Metal (Manoel D’Almeida Filho)
Os Olhos de Dois Amantes por Cima da Sepultura (Cícero Vieira da Silva)
Os Prantos de Cacilda e a Vingança de Raul (José Pacheco da Rocha)
Os Quatro Sábios do Reino e a Princesa Encarcerada (Manoel D’Almeida Filho)
Os Sofrimentos de Alzira (leandro Gomes de Barros)
Os Sofrimentos de Célia ou as Três Espadas de Dores (Manoel Pereira Sobrinho)
Os Três Conselhos da Sorte (Manoel D’Almeida Filho)
Os Três Conselhos Sagrados (Marco Haurélio)
Os Últimos Dias de Pompeia (Evaristo Geraldo)
Padre Cícero, o Santo do Juazeiro (Manoel D’Almeida Filho)
Papagaio Misterioso e os Sofrimentos de Jobão (Luís da Costa Pinheiro)
Pedrinho e Julinha (José Camelo de Melo Resende)
Peleja de Azulão com Palmeirinha (Mestre Azulão)
Peleja de Manoel do Riachão com o Diabo (Leandro Gomes de Barros)
Peleja de Rodolfo Coelho Cavalcante com Manoel D’Almeida Filho (Manoel D’Almeida Filho)
Peleja de Severino Borges com Patativa do Norte (Severino Borges Silva)
Peleja de Zé Pretinho com Manuel do Riachão (José Costa Leite)
Peleja do Cego Aderaldo com Zé Pretinho do Tucum (Firmino Teixeira do Amaral)


Piadas do Bocage (Antônio Teodoro dos Santos)
Presepadas de Chicó e Astúcias de João Grilo (Marco Haurélio)
Proezas de João Grilo (João Ferreira de Lima)
Proezas de Broca da Silveira (Arievaldo Viana)
Quando a Coragem Triunfa (Manoel D’Almeida Filho)
Rei Orgulhoso na hora da Refeição (Pedro Rouxinol)
Renato e Mariana (Mestre Azulão)
Rogacino e Angelita (Antônio Ferreira da Silva)
Romance de João Cambadinho e a Princesa do Reino de Mira-Mar
Romeu e Julieta (Maria Ilza Bezerra)
Rosinha e Sebastião (Manoel Pereira Sobrinho)
Rufino o Rei do Barulho (Manoel D’Almeida Filho)
Tiradentes, o Mártir da Inconfidência (Manoel Pereira Sobrinho)
Tubiba, o Desordeiro (Augusto Laurindo Alves)
Uma das Maiores Proezas que Antônio Silvino fez no Sertão de Pernambuco (José Camelo de melo Resende)
Uma Tragédia de Amor ou A Louca dos caminhos (Manoel Monteiro)
Vicente, o Rei dos Ladrões (Manoel D’Almeida Filho)
Vida e Testamento de Cancão de Fogo (Leandro Gomes de Barros)
Vida, Vingança e Morte de Corisco (Manoel D’Almeida Filho)
Zé Baiano, Vida e Morte (Manoel D’Almeida Filho)
Zé Bico Doce o Rei da Malandragem (Paulo Nunes Batista)

Folhetos

(16 P.)

A Idade do Diabo (Marco Haurélio)
Maria Besta Sabida (Antônio Alves da Silva)
Raul Seixas Entre Deus e o Diabo (Costa Senna)
A Briga do Major Ramiro com o Diabo (Marco Haurélio)
João Corta-braço e o Negrão Endiabrado (Antônio Alves da Silva)
Os Últimos Dias de Antônio Conselheiro na Guerra de Canudos (Antônio Alves da Silva)
A Matança de Corisco Para Vingar a Morte de Lampião (Antônio Alves da Silva)
Peleja de Leandro Gomes de Barros com uma Velha de Sergipe (Leandro Gomes de Barros)
Peleja de Ivanildo Vila Nova com Guriatã do Norte (José Costa Leite)
O Encontro de Lampião com Antônio Silvino no Inferno (Antônio Alves da Silva)
Nordeste, Terra de Bravos (Marco Haurélio)
As Três Folhas da Serpente (Marco Haurélio)
Horácio de Matos, Herói da Chapada Diamantina (Antônio Alves da Silva)
O Romance do Príncipe do Reino do Limo Verde (Marco Haurélio)
O Encontro de Lampião com o Coronel Pinga-Fogo (João Firmino Cabral)
O Exemplo do Ateu e o Vaqueiro que Tinha Fé em Deus (João Firmino Cabral)
Peleja de Costa Leite Com Olegário Fernandes (José Costa Leite)
Serra do Ramalho, um Brasil que o Brasil Precisa Conhecer (Marco Haurélio)
As Palhaçadas de João Errado (Antônio Alves da Silva)
Peleja do Mestre Azulão com o Negro dos Pés Redondos
Os Apuros de Chicó e a Astúcia de João Grilo (Marco Haurélio)
Cantoria de um Caçador com o Diabo (Poeta Arigó)
As Aventuras do Matuto Zé Ruela (Cacá Lopes)
A Morte e a Justiça (Varneci Nascimento)
Os 10 Mandamentos do Preguiçoso (Varneci Nascimento)
A Turbulência Econômica (Nando Poeta)
Cangaço - Um Movimento Social (Varneci Nascimento)
A Vida de Pedro Cem (Leandro Gomes de Barros)
História da Moura Torta (Marco Haurélio)
História do Boi do Bebedor (Nalci Lima da Cruz)
A Maldita Ilusão (Costa Senna)
Peleja de Aloncio com Dezinho (Varneci Nascimento)
Joselito e sua Cabra (Cleusa Santo)
Lula - Um Operário na Presidência (Assis Coimbra)
A Nega de um Peito Só (Valdeck de Garanhuns)
Chicó, o Menino das Cem Mentiras (Pedro Monteiro)


Nota do blog: Além da Editora Luzeiro, muitos títulos deste catálogo estão disponíveis na Banca Central, administrada pelo Beto, na Praça da Sé, marco zero de São Paulo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O QUE É QUE ME FALTA FAZER MAIS




GLOSA DE UM MOTE POPULAR


Tirei Jonas do bucho da baleia,
Também vi “Simão Mago” se lascar,
Vi Moisés duma pedra água tirar,
E Ulisses livrar-se da Sereia,
Com Sansão defendi a minha aldeia
Contra os tais filisteus, povos brutais,
Bebi água das fontes ancestrais,
Que abastecem a minha poesia,
É por isso que sou uma autarquia:
O que é que me falta fazer mais?
.

E o que é que me falta fazer mais
Se o que eu fiz até hoje ninguém faz?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Bibliografia




Bibliografia em cordel – Marco Haurélio

• Publicados pela Editora Luzeiro:

Presepadas de Chicó e Astúcias de João Grilo
Os Três Conselhos Sagrados
História de Belisfronte, o Filho do Pescador
O Herói da Montanha Negra
A Idade do Diabo
História da Moura Torta
Nordeste – Terra de Bravos
Serra do Ramalho – um Brasil que o Brasil Precisa Conhecer
Romance do Príncipe do Reino do Limo Verde
A Briga do Major Ramiro com o Diabo
As Três Folhas da Serpente
O Cordel –  Sua História, Seus Valores (com João Gomes de Sá)
Florentino e Mariquinha no Tribunal do Destino



• Publicados pela Tupynanquim:

Galopando o Cavalo Pensamento
Traquinagens de João Grilo
A Maldição das Sandálias do Pão-Duro Abu Kasem
As Três Folhas da Serpente (reedição)
O Encontro de João Grilo com Pedro Malazarte

• Publicado pela Queima-Bucha:

Cem Anos da Xilogravura na Literatura de Cordel (com Arievaldo Viana)

• Cordéis sobre Raul Seixas
(publicados no livro Raul Seixas Dez Mil Anos à Frente)

O Arauto do Novo Aeon
As Novas Sementes de Sol
O Anel do Nibelungo
As Aventuras de Raul Seixas na Cidade de Todos

• Publicado pela Olho Dágua:

Jesus Brasileiro (com Costa Senna, esgotado)

• Infantis e infantojuvenis:

O Príncipe que Via Defeito em Tudo (Ed. Acatu)
A Lenda do Saci-Pererê (Ed. Paulus)
A Megera Domada (Ed. Nova Alexandria)
Traquinagens de João Grilo (Ed. Paulus)
Contos Folclóricos Brasileiros (Ed. Paulus)
As Babuchas de Abu Kasem (Conhecimento)
Os Três Porquinhos em Cordel (Nova Alexandria)
O Conde de Monte Cristo em Cordel (Nova Alexandria)
Contos e Fábulas do Brasil (Nova Alexandria)
A Roupa Nova do Rei ou O Encontro de João Grilo com Pedro Malazarte (Volta e Meia)
O Príncipe teiú e outros contos brasileiros (Aquariana)
Lá Detrás Daquela Serra (Peirópolis)
Lendas do Folclore Capixaba (Nova Alexandria)
A Saga de Beowulf (Aquariana)
Peripécias da Raposa no Reino da Bicharada (LeYa)
A Lenda do Batatão (SESI-SP Editora)