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7 comentários:

Ruth Diana disse...

Boa tarde, gostaria que vcs retificassem sobre o cordelista Manoel Candido da Silva, pois ele nao renunciouao cordel, ele deixou de escrever pois foi seguir ao evangelho como pastor, porem apesar de nao ter nada recente publicado ele continuava escrevendo, mas nao os vendia, pois como ja foi relatado tb outros sites o seu modo de abordar as pessoas era sua marca, era o que cativava e entusiasmava a ler seus livros, o q infelismente hj nao acontece, os jovens como eu nao sao cuturalmente incentivados a isso. Ele faleceu dia 22 de agosto de 2005, apos um longo periodo internado. Sou filha dele e commuito orgulho, fico feliz pelo reconhecimento e agradeco desde ja a compreensao, pois sei da responsabilidade de vcs. Muito grata
Ruth Diana da Silva Santos, Mauriceia Monteiro, Marise, Marizete e Maria (suas filhas), seus netos e bisnetos.......

ADALBERTO TELES COELHO TELES disse...

Gostaria de adquirir um exemplar do pavão misterioso o que conta a historia do rapto da condessa

Marco Haurélio disse...

Oi, Ruth. Obrigado pela informação. Creio que esta informação, que consta do texto "Manassés e Marili", foi passada pelo poeta Manoel D'Almeida Filho. Se possível, me envie uma foto do poeta Manoel Cândido para eu postar no blog.

Martinho Alves de Andrade disse...

Aqui e acolá, sempre que tomo conhecimento de alguma matéria sua através do Rogério Elesbão Alves, incluo no meu blog martinhoalves.blogspot.com e agora o fiz mais uma vez com muita satisfação sobre lançamento de cordel nos próximos dias. Qualquer coisa gostaria que ficasse a vontade para me enviar e divulgarei com o maior prazer, pois sei bem das dificuldades que a cultura encontra para ser levada a público, até porque grande parte dele se ausenta do conhecimento por ações voluntárias. Um abraço.

Petró.´. disse...

A história é quase padrão para sertanejos como eu e muitos de cidades pequenas e zona rural. Minha mãe nos embalava cantando e gostava de cantar versos de pelejas, famosas, de repentistas. Fui crescendo ouvindo aquilo e depois, alfabetizado pela minha avó, passei a ler folhetos de cordel. Meu tio caçula era vendedor de folhetos e eu passava muito tempo na casa da minha avó e, junto com um primo, devorávamos os livretos. Meu primo chegou a decorar alguns, como A Chegada de Lampião no Inferno e A Intriga do Gato com o Cachorro. Depois de aposentado passei a dedicar um pouco do tempo com a Literatura do Cordel e a estudar seu formato, estilo... Comecei a construir alguns e aos 65 anos, incentivado pelo filho caçula, eu e minha esposa, fizemos vestibular e entramos na universidade (UFPB), no curso de Ciências das Religiões. Estamos concluindo o curso e resolvi fazer meu TCC sobre cordel. Escolhi como tema O Cordel na Sala de Aula do Ensino Religioso. Entrei em contato com o poeta Arievaldo Viana e adquiri dois livros de sua autoria, que estão servindo de base para o trabalho. Nas pesquisas tenho encontrado um grande acervo, como TCC, tese de mestrado e doutorado. Adquiri alguns livros que estão sendo de grande contribuição. Ultimamente o livro Literatura de Cordel de Marco Aurélio e sobre xilogravura de J. Borges estão auxiliando. Numa escola de ensino fundamental estou fazendo o estágio e aplicando o projeto para os alunos, onde vamos descobrindo alguns talentos na construção de versos em sala de aula. Não está sendo muito fácil porque os cordéis que tratam do assunto religioso são tendenciosos para algumas religiões e o Ensino Religioso não aceita proselitismo confessional. Como o estado é laico, vou procurar fazer meus próprios, baseado em livros históricos e contatar com cordelista que possam auxiliar nessa minha empreitada. Espero ainda ver a cultura nordestina brilhar nas salas de aula, do fundamental à universidade.

Jackeliny disse...

Marco, boa tarde! Sou professora de língua portuguesa na EMEF Lourdes Scardini , no município de Nova Venécia, e gostaria de conseguir um exemplar do livro que conta a lenda do Pássaro de Fogo, pois gostaria que os alunos declamassem juntamente com a encenação e a dança, dentro do nosso Projeto de Etnias, já que a turma ficou responsável por trabalhar os povos indígenas. Tenho interesse no livro, mas, pedindo pela internet, não terei tempo hábil. Teria como você me enviar o texto para irmos trabalhando? Eu consigo o livro por um meio mais rápido?
Obrigada
Profª Jackeliny Souto

Waldyr Montenegro disse...

Querido amigo

Marco Haurelio.

Fiquei muito feliz em encontrar o seu blog e principalmente por ter a foto da capa de uma
obra de um Cordelista que morou em minha cidade Ibicaraí-BA, antiga Palestina.

Gostaria de saber se vc tem mais algum exemplar do Laurindo Gomes Marciel e se é possível
conseguir uma cópia, já que estão esgotados e não existe mais ninguém de sua família.

Fico no aguardo.

Atenciosamente,

Waldyr Montenegro Matos Júnior
Jornalista